segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A crise e a segurança
"The primary near-term security concern of the United States is the global economic crisis and its geopolitical implications. The crisis has been ongoing for over a year, and economists are divided over whether and when we could hit bottom. Some even fear that the recession could further deepen and reach the level of the Great Depression. Of course, all of us recall the dramatic political consequences wrought by the economic turmoil of the 1920s and 1930s in Europe, the instability, and high levels of violent extremism. Though we do not know its eventual scale, it already looms as the most serious global economic and financial crisis in decades."
Dennis C. Blair
Dennis C. Blair
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Darwin, 200 anos
O Senhor Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele".
Então o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu, e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo o ser vivo teria o nome que Adão lhe desse. E Adão deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens, mas Adão não encontrou uma auxiliar semelhante a ele.
Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne.
Depois, da costela tirada de Adão, o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão.
E Adão exclamou: "Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada 'mulher' porque foi tirada do homem".
Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne.
Ora, ambos estavam nus, Adão e sua mulher, e não se envergonhavam.
Génesis 2, 18-25
Primeira Leitura da Missa de hoje
Então o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu, e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo o ser vivo teria o nome que Adão lhe desse. E Adão deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens, mas Adão não encontrou uma auxiliar semelhante a ele.
Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne.
Depois, da costela tirada de Adão, o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão.
E Adão exclamou: "Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada 'mulher' porque foi tirada do homem".
Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne.
Ora, ambos estavam nus, Adão e sua mulher, e não se envergonhavam.
Génesis 2, 18-25
Primeira Leitura da Missa de hoje
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Números loucos
2250 mil milhões de dólares (1750 mil milhões de euros), o dinheiro injectado pelos governos em 34 Estados, incluindo os USA, por conta da crise.
Mais do mesmo
Num Estado de Direito, a investigação criminal deve desenvolver-se aliando a competência técnica à dimensão ética. Quando falha uma ou outra, é a sua credibilidade que fica em causa. Quando falham as duas, a investigação criminal torna-se num jogo de ignomínias.
A história que vier a fazer-se da investigação criminal, em Portugal, nas últimas décadas, encontrará um número significativo desses jogos. Erros processuais grosseiros, estratégias de investigação sem coordenação entre os diversos intervenientes, fugas sistemáticas de informação que parecem querer condicionar o desenvolvimento futuro das diligências, estarão lá, nessa história, sem que, infelizmente, já nada dela aproveitemos.
O que escrevi, não é novidade. Creio mesmo que reunirá algum consenso entre aqueles que habitualmente analisam estas questões. O que surpreende é que, sabendo-se tudo isso, não tenha havido as alterações estruturais que se justificariam. Ao longo dos anos da democracia, a investigação criminal tem-se mantido igual a si mesma, sem sobressaltos, seja nas suas poucas virtudes, seja nos seus múltiplos vícios. Uns e outros, à direita e à esquerda, têm preferido o imobilismo e as suas degradantes e degradadas consequências.
Neste contexto, não será ousado dizer que se criou um caldo de cultura que possibilita, facilmente, a criação de casos em que, mais do que a descoberta de factos, estão em causa desígnios que não cabem na investigação criminal. As corporações tomaram-lhe o gosto, ensaiando aí o seu poder, mas sem terem a noção de que será também aí que perderão a sua causa.
Os danos causados ao Estado de Direito têm sido incomensuráveis. Onde não há credibilidade, não há eficácia. A eficácia traduz a correcção dos procedimentos, a transparência dos propósitos e a sensatez das conclusões. Uma investigação sem credibilidade está inquinada definitivamente, seja qual for a aparência dos seus resultados. Nenhum cidadão gostaria de ser alvo de uma investigação assim. É o que presumo.
A história que vier a fazer-se da investigação criminal, em Portugal, nas últimas décadas, encontrará um número significativo desses jogos. Erros processuais grosseiros, estratégias de investigação sem coordenação entre os diversos intervenientes, fugas sistemáticas de informação que parecem querer condicionar o desenvolvimento futuro das diligências, estarão lá, nessa história, sem que, infelizmente, já nada dela aproveitemos.
O que escrevi, não é novidade. Creio mesmo que reunirá algum consenso entre aqueles que habitualmente analisam estas questões. O que surpreende é que, sabendo-se tudo isso, não tenha havido as alterações estruturais que se justificariam. Ao longo dos anos da democracia, a investigação criminal tem-se mantido igual a si mesma, sem sobressaltos, seja nas suas poucas virtudes, seja nos seus múltiplos vícios. Uns e outros, à direita e à esquerda, têm preferido o imobilismo e as suas degradantes e degradadas consequências.
Neste contexto, não será ousado dizer que se criou um caldo de cultura que possibilita, facilmente, a criação de casos em que, mais do que a descoberta de factos, estão em causa desígnios que não cabem na investigação criminal. As corporações tomaram-lhe o gosto, ensaiando aí o seu poder, mas sem terem a noção de que será também aí que perderão a sua causa.
Os danos causados ao Estado de Direito têm sido incomensuráveis. Onde não há credibilidade, não há eficácia. A eficácia traduz a correcção dos procedimentos, a transparência dos propósitos e a sensatez das conclusões. Uma investigação sem credibilidade está inquinada definitivamente, seja qual for a aparência dos seus resultados. Nenhum cidadão gostaria de ser alvo de uma investigação assim. É o que presumo.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Ética Policial
Cresce um discurso desculpabilizante no que respeita a condutas policiais passíveis de censura. O Governo não lhe é alheio. A retórica do medo, com que somos diariamente confrontados na comunicação social, tornou-se o rastilho. O discurso fascista da autoridade anda por aí. Nem a ele escapam os magistrados. É por isso que subscrevo o que aqui se diz.
Adenda: aqui e aqui.
Adenda: aqui e aqui.
Outra das heranças
O auxílio americano a África, nomedamente para o combate à doença e para a promoção da educação, era, em 2001, de 1,4 mil milhões de dólares; com Bush, passou a 4 mil milhões.
A herança judiciária de Bush
Esta será uma das mais relevantes: a designação de dois dos nove juízes do Supremo Tribunal de Justiça, John Roberts e Samuel Alito, e de cerca de um terço dos juízes federais em funções.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Números
Em 1995, deram entrada 418370 inquéritos nos serviços do Ministério Público, e, em 2007, 480422 (+14,8%).
Em 1995, foram deduzidas acusações em 106096 inquéritos, e, em 2007, 81419 (-23,2%).
Investiga-se menos ou acusa-se com mais cautelas?
Dados retirados dos Relatórios Anuais da PGR (1995 e 2007)
Em 1995, foram deduzidas acusações em 106096 inquéritos, e, em 2007, 81419 (-23,2%).
Investiga-se menos ou acusa-se com mais cautelas?
Dados retirados dos Relatórios Anuais da PGR (1995 e 2007)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Calendário Americano
Ainda que vinda de quem vem, a informação aqui disponibilizada é muito relevante.
Veremos
Primeiro, não havia ameaça de crise; depois, não havia ameaça de recessão; agora, não há ameaça de terrorismo.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Juge d`instruction, Juge de l`instruction
"Il est temps que le juge d'instruction cède la place à un juge de l'instruction qui contrôlera le déroulement des enquêtes mais ne les dirigera plus", foi o que hoje declarou Sarkozy.
Esta solução, idêntica à do sistema português, consta já de um relatório de 1990 da autoria de Mireille Delmas Marty e Serge Lasvignes.
Uma das dificuldades que este novo enquadramento suscita em França tem a ver com a falta de autonomia do seu Ministério Público. Em entrevista ao Le Monde, Mireille Marty foi esclarecedora: "... le transfert des pouvoirs d'enquête devrait être accompagné de mesures statutaires garantissant l'indépendance des magistrats du parquet."
Esta solução, idêntica à do sistema português, consta já de um relatório de 1990 da autoria de Mireille Delmas Marty e Serge Lasvignes.
Uma das dificuldades que este novo enquadramento suscita em França tem a ver com a falta de autonomia do seu Ministério Público. Em entrevista ao Le Monde, Mireille Marty foi esclarecedora: "... le transfert des pouvoirs d'enquête devrait être accompagné de mesures statutaires garantissant l'indépendance des magistrats du parquet."
domingo, 4 de janeiro de 2009
Mais um adiamento
A entrada em vigor do Regulamento das Custas Processuais, que deveria ocorrer no início de 2009, foi adiada para 20 de Abril. Quem tenha comprado, há quinze dias, uma edição do Regulamento, já o tem desactualizado. A Lei do Orçamento de Estado trouxe-lhe novidades. Mesmo não querendo ser severo, parece-me que o Ministério da Justiça anda a brincar com estas coisas.
sábado, 3 de janeiro de 2009
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