Para gáudio do comentariado habitual, o Ministério Público deixou saber que considerava haver o perigo de fuga de José Sócrates. Levada a questão a juízo, o tribunal decidiu que "o perigo de fuga invocado assenta em meras conjeturas".
Em matéria de direitos e liberdades, o perigo da conjetura é mais danoso do que o perigo da fuga. Reconheço que, nos tempos que correm, as conjeturas são uma tentação para todos os justiceiros. Esperemos que não venham a ser consideradas meios de prova.
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