segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Absurdo
domingo, 24 de outubro de 2010
O estardalhaço
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Uma rara violência
Plus fondamentalement, cette crise a accéléré une mutation en profondeur de l’économie mondiale et le déplacement de la puissance économique des pays développés vers les pays émergents. Ce déplacement aura des conséquences sur les circuits économiques et financiers ainsi que sur les questions géopolitiques.
Jacques Attali
Adivinhação
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Ministro, a Justiça e os seus louvores
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Uma justiça perigosa
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A casa dos segredos
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Uma dúvida metódica
sábado, 16 de outubro de 2010
Uma questão de bom senso
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (2)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Doc.Lisboa
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Portugal no Conselho de Segurança
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sem memórias
Adenda: 1-11-2004
Números imaginários
CHINADAILY
domingo, 10 de outubro de 2010
Desilusão doméstica
A crédito
sábado, 9 de outubro de 2010
Diário de estibordo
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Novas patentes
Coragem outra
As escutas telefónicas voltam e revoltam. É urgente reduzi-las ao seu interesse estritamente funcional. Enquanto assim não for, num meio judiciário com padrões deontológicos que deixam muito a desejar, vamos continuar a tê-las como arma de arremesso, na mais manifesta, perversa e impune das violações da privacidade. Também aqui é preciso coragem para redefinir o respectivo enquadramento legal, restringindo a sua prática, definindo as condições do seu interesse para a investigação e determinando um curto período de tempo para a sua destruição. Se não se considerar ousado concluir que 90% das escutas que por aí pululam não têm qualquer interesse para a investigação, então compreenderemos que a questão é mesmo premente.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Melhor Europa
Much of the discussion about how to impose more convergence among member states of the eurozone has focused on what national governments should do to avoid divergent developments in a number of macroeconomic variables (competitiveness, current account imbalances). Without denying that national governments bear part of the responsibility, the role of these governments has been over-emphasised. Conversely the role of the monetary authorities, in particular the ECB, has been under-emphasised.