Há quase dois anos, a Madeira foi objeto de uma incursão policial com aparato militar, dela resultando três detenções, uma das quais respeitante ao então presidente da Câmara do Funchal. O ruído inicial foi-se diluindo logo que o juiz de instrução que as apreciou concluiu pela insuficiência de indícios probatórios, contrariando a proposta do Ministério Público que defendia a aplicação da prisão preventiva. O Ministério Público recorreu da decisão para o Tribunal da Relação de Lisboa, obtendo algum ganho já que aos arguidos foram aplicadas medidas de coação, das quais a entrega de passaportes a dois deles. Havendo recurso para o Supremo Tribunal de Justiça interposto pelos visados, por acórdão de 16 de dezembro último, verificou-se a concordância com a decisão do juiz de instrução.
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