Retomando o que escrevi aqui e aqui.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Indignações
Retomando o que escrevi aqui e aqui.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Vulgaridade
sábado, 4 de setembro de 2010
Uma escolha segunda
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Um país de assistentes
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Lopes da Mota
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Um lugar de passagem
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Verão Quente, 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A prazo
O Código de Processo Penal fixa prazos para a realização dos inquéritos. Apesar disso, órgãos de polícia criminal e Ministério Público dão-lhes pouca atenção. Numa estimativa empírica, dir-se-á que mais de metade dos inquéritos ultrapassam esses prazos, por vezes de uma maneira escandalosa. Não havendo consequências para tal violação, justifica-se, plenamente, a intervenção hierárquica no sentido de se fixarem prazos para a finalização dos inquéritos, pelo menos nos casos mais insólitos, mediáticos ou graves e quando ultrapassados os que constam da lei. Se alguma crítica haveria a fazer à hierarquia do Ministério Público, é que o não faça com mais frequência. Quando esses prazos fixados hierarquicamente possam comprometer a investigação, é obrigação do magistrado respectivo dar conhecimento da situação à hierarquia de modo a que se encontre uma solução adequada. Qualquer inquérito é a prazo, a não ser que se queira ter uma novela.
Faltas outras
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Autonomia(s)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A orfandade
domingo, 1 de agosto de 2010
Um obscuro porvir
sábado, 31 de julho de 2010
Transparências
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Garde à vue
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A unicidade policial
Recentemente, o ministro da Justiça manifestou-se contra a existência de uma polícia “única” e defendeu a continuação de uma polícia sob a sua tutela.
Trata-se de uma afirmação programática que está em desacordo manifesto com as opções que têm a vindo a ser tomadas, pelo menos desde o ministro da Justiça António Costa, no âmbito da segurança e da investigação criminal.
Compreendo que, no actual contexto, um ministro da Justiça sem uma polícia seja um ministro sem expectativas de algumas alegrias.
Mas o mundo tem mudado de tal forma que não é mais possível defender um modelo que esgotou, há muito, o seu prazo de validade.

